terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Gastura universal do reino de deus

E durante mais um almoço esclarecedor

Poeta: Não pessoal, não é nada disso. Como diria o barão Pierre de Coubertin: “O importante na vida é competir e não ganhar”

Pessoal: ¬¬ ¬¬ ¬¬ ¬¬ ¬¬

Poeta: Há!

E não, é não

O importante competir, mas te mato de pancada se você não ganhar, já diria o Mamonas Assassinas.

Pessoal: /o\ /o\ /o\ /o\ /o\

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Aladin

Encontramos com o vendedor de tapetes na rua, na hora do almoço.
A - Que insólito comprar tapetes na rua, assim..
B - Pois é, imagina pedir dois e levar no ombro...
Poeta - O melhor seria perguntar ao vendedor se é voador.

Naiáááááááááá...........

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Na mesma praaaaaça

Poeta: Vc precisa comprar um celular pra sua chefe.
Eu: Ah é? Pq?
Poeta: Um Black Berro. háháháháháháháháháháháháháhá

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

Too much

Aí a TV do restaurante anuncia o nascimento de OITO bebês de uma só vez.
Alguém acha que poeta se calaria?
1 - Isso é uma aberração [em alto e bom som].
2 - Essa palavra é pejorativa.
3 - É mesmo. O normal é usar a palavra 'atípico' pra um caso desses.
1 - Isso é uma aberração [em alto e bom som].
2 - Pelamordedeus, para de falar assim.
1 - Mas que é uma aberração, é [berrando].

Mais do mesmo

O papo é chuva, alagamento, blablabla.
Na TV do restaurante, o repórter informa que até mesmo tartarugas foram vistas boiando na enxurrada.
Poeta não pode ficar sem comentar:
- Daqui a pouco vão dizer que encontraram o Nemo nas ruas paulistanas.

Ai, ai...

CPE

O poeta diz que há um lugar onde todos podemos ser felizes.
É um Centro de Paquera.
Quem vai a um Centro de Paquera?
O poeta vai.
Quem toma Skol também.

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

diálogos impertinentes IV

Ela: Nossa, meu namorado afogou ontem num restaurante. Foi um mico, coitado. Saiu água pelo nariz e pelo ouvido, jorrando.
Eu: Hahahaha, que dó. E vc riu, claro?
Ela: Claro né, ele tb.
Ele: Aposto que vc teve que fazer respiração boca a boca [tem hifen?] nele. Aliás, vcs vivem fazendo isso, né?! háháháháháháháháháháháháháháháháháhá

[bolas de feno rolando...]

diálogos impertinentes III

Ela: Vamos passar na lojinha depois do almoço?
Eu: Vamos sim.
Ela: Ai, tenho que passar no banco. Desencana.
Ele: Melhor assim, hein. Em vez de gastar na lojinha, no banco você pode até investir. Quem sabe, ganhar. Não é uma boa?
[cri...cri...cri]
Ele: Faz assim, vai ao banco e compra dinheiro, háháháháháháháháháháháháháhá.

Oi?

diálogos impertinentes II

Ela: Comi o wrap do Mc ontem. Achei uma delícia.
Ele: O Mc não pode ser considerado uma refeição.
Eu: Pois é, tb gostei. É bem levinho.
Ele: O Mc não pode ser considerado uma refeição.
Ela: Sim, não dá pra considerar uma refeição. Mas é mt gostosinho.
Ele: O Mc não pode ser considerado uma refeição.
Eu: É, não me sustenta pra um almooooço, assim.
Ele: O Mc não pode ser considerado uma refeição.
Ambas: Tá bom, a gente JÁ ENTENDEU!

diálogos impertinentes I

- Ai, perdi minha carteira. Tô desesperada. Será que ficou em casa? Será que me roubaram?
- Fique tranquila. Garanto que perninhas ela não criou pra sair andando por aí.

Creeeedo

Segunda-feira = mau humor.

Será que o povo não entende que quanto mais cara feia fizerem, mais cara feia vai ter no mundo?
Tenho certeza absoluta que o poeta não vai chegar assim.